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Jantar-Debate: Portugal nas Guerras Climáticas | 28 maio 2016

A perspetiva geopolítica da crise ambiental e as linhas que devem orientar a posição portuguesa e as suas políticas ambientais

PortugalGuerrasClimaticasImagem01Em 2015, Portugal caiu de 9º para 19º lugar no índice de performance de combate às alterações climáticas, um índice que mede o desempenho dos 59 países mais industrializados do mundo, que, em conjunto, são responsáveis por 90% das emissões de gases de efeito de estufa. Nenhum país ocupou um dos 3 primeiros lugares do pódio deste índice, pois nenhum país fez o suficiente para prevenir os perigosos impactos das alterações climáticas… Se a ameaça é clara, o que é que se passa?

Para compreender o atraso na resposta que tem sido dada à crise climática não basta uma análise causa-efeito das alterações ambientais em si. É preciso perceber, sobretudo, o xadrez de interesses políticos, energéticos e económicos em que se tenta construir e implementar uma solução.

Por isso a Fórum Manifesto realizou o jantar-debate “Portugas nas guerras climáticas” no passado sábado, 28 de maio, na Casa dos Amigos do Minho. Discutiu-se a perspetiva geopolítica da crise ambiental e as linhas que devem orientar a posição portuguesa e as suas políticas ambientais. Foram convidados da Associação Pedro Martins Barata e Francisco Ferreira.

“Não pode haver programa político nos próximos 30 anos que não tenha por base as alterações climáticas como variável fundamental”

Os gases de efeito de estufa (principalmente CO2 mas também metano e outros gases) retêm calor. O efeito do incremento de emissões que se tem registado nos últimos cem anos é agravado pela taxa de deflorestação global que tem aumentado também. A subida de temperatura resultante promove o degelo nos polos. Como consequência, a temperatura dos oceanos baixa, o nível do mar sobe, os oceanos acidificam e geram-se fenómenos meteorológicos extremos.


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Debate: O Brexit para lá das caricaturas | 13 julho

Numa Europa social, económica e politicamente assimétrica, onde o crescimento estagnou, o descontentamento cresce e o processo de tomada de decisão se concentra nas mãos de alguns, é essencial à esquerda debater o Brexit, além da generalidade das caricaturas fáceis.

A alternativa é deixar que o desconforto com a União resvale para a leitura xenófoba populistas da extrema-direita. Perceber motivações e consequências do Brexit, não só no Reino Unido, mas nos países da União, é um passo essencial.

Por isso, a Fórum Manifesto convidou Álvaro Vasconcelos, João Rodrigues e Isabel Moreira para o painel do debate “O Brexit para lá das caricaturas”, um debate que será alargado à audiência, e que terá lugar na quarta-feira, 13 de julho, às 18h, na Livraria Tigre de Papel (Rua de Arroios, nº 25 em Lisboa).

Apareçam e divulguem!


Resumo do debate: disponível no nosso Arquivo de Eventos ou em PDF.

Jantar-Debate no Porto: As pressões das lideranças Europeias e a Governação Portuguesa | 30 junho

Com: Ana Drago, Ricardo Paes Mamede, Milice Ribeiro dos Santos

Quando? 30 de junho às 20:00

Onde? Restaurante ALIBIRua do Campo Alegre, 553, Porto

Inscrição AQUI até 27 de junho | Evento no Facebook


Resumo do debate: disponível no nosso Arquivo de Eventos ou em PDF.

Jantar-Debate: Portugal nas Guerras Climáticas | 28 Maio

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CASA DOS AMIGOS DO MINHO ǀ INSCRIÇÕES AQUI

Com:

Pedro Martins Barata, Economista e CEO da GET2C, que implementa soluções para compensação e redução de emissões na indústria ao abrigo do Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE), e que fornece apoio no desenvolvimento de estratégias de mitigação de emissões e de adaptação das sociedades aos impactos das alterações climáticas. Nesta qualidade tem dado apoio estratégico, político e técnico às delegações nacionais em negociações Europeias e nas Nações Unidas.

Francisco Ferreira, Engenheiro do Ambiente, Professor na Universidade Nova de Lisboa, ex-Presidente da Quercus e fundador da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, uma associação que visa concretizar níveis nulos de poluição, de desperdício de recursos, de destruição de ecossistemas e de desigualdades sociais e económicas, aconselhando o desenho de legislação nacional e internacional. Francisco Ferreira tem integrado as delegações nacionais nas conferências das Nações Unidas sobre o clima.

Em 2015, Portugal caiu de 9º para 19º lugar no índice de performance de combate às alterações climáticas, um índice que mede o desempenho dos 59 países mais industrializados do mundo, que, em conjunto, são responsáveis por 90% das emissões de gases de efeito de estufa. Nenhum país ocupou um dos 3 primeiros lugares do pódio deste índice, pois nenhum país fez o suficiente para prevenir os perigosos impactos das alterações climáticas… Se a ameaça é clara, o que é que se passa? Para compreender o atraso na resposta que tem sido dada à crise climática não basta uma análise causa-efeito das alterações ambientais em si. É preciso perceber, sobretudo, o xadrez de interesses políticos, energéticos e económicos em que se tenta construir e implementar uma solução.


Resumo do debate: disponível no nosso Arquivo de Eventos ou em PDF.

Convocatória da Convenção para uma candidatura cidadã

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A convocatória está aberta a subscrições aqui.

Portugal vive um tempo de urgência. Há uma geração que abandona o país, uma economia frágil que se desmorona em sucessivas falências de empresas, um Estado que é reduzido às suas funções mínimas, uma democracia que perde poder efectivo, um corredor de escolhas que, a cada dia que passa, se vai estreitando. É, para todos os cidadãos, um tempo de exigência. Da organização da resistência, mais do que nunca necessária, tem de nascer a construção de uma alternativa, com soluções praticáveis que mobilizem as energias democráticas do país e sejam capazes dos diálogos possíveis.

A urgência que o país sente e as soluções que o país exige obrigam a escolhas difíceis. Cabe-nos garantir que não sejam entre ficar na mesma ou voltar para trás. Não basta mudar o governo para haver a mudança necessária. As próximas eleições têm de corresponder à vitória de um programa de defesa do Estado Social e do Estado de Direito e de aprofundamento da democracia em Portugal e na Europa.

Sabemos em que país queremos viver. Num país que proteja o trabalho com direitos e valorize o conhecimento. Que ajude a economia a ser mais inovadora e mais solidária. Que proteja o ambiente e o território. Que se orgulhe do Estado Social e melhore a sua Escola Pública, o seu Serviço Nacional de Saúde e a sua Segurança Social. Que combata a precariedade, redistribua o rendimento e erradique a pobreza infantil. Onde a igualdade seja o eixo central de um novo contrato social e a alavanca para um novo modelo de desenvolvimento.

Sabemos o governo que queremos. Queremos um governo progressista que recuse a austeridade como forma de sair da crise e a passividade como forma de estar na Europa. Que construa um poder democrático que governe para o povo e não seja refém de interesses privados. Um governo assim enfrentará escolhas difíceis, mas necessárias. Em Portugal, precisará de um mandato popular para defender a Constituição. Na Europa, precisará de uma nova política de alianças e de uma atitude mais exigente e insubmissa para combater o Tratado Orçamental e iniciar um processo de reestruturação da dívida pública.

É tempo de avançar. Esta é uma convocatória à vontade cívica de todos quantos acreditam que esta governação progressista é possível e deve ser construída pela força da cidadania. Uma convocatória para uma Convenção Cidadã a ter lugar a 31 de janeiro, em Lisboa. Uma convocatória à construção de um programa eleitoral auscultando os cidadãos, num processo de debate e deliberação público, transparente e informado. Uma convocatória a uma candidatura cidadã às próximas eleições legislativas, através de um processo de construção de listas aberto, em eleições primárias. Acima de tudo, uma convocatória a uma maior responsabilização política de todos, eleitores e eleitos, antes e depois do voto, para uma alteração fundamental das políticas que têm devastado o país nos últimos anos. A sociedade portuguesa reclama uma democracia mais intensa, mais informada e mais responsável. E soluções viáveis para o terrível impasse em que se encontra. Pode ser diferente. Depende de nós.

A convocatória está aberta a subscrições aqui.

Subscritores iniciais:

 

Abílio Hernandez, Coimbra

Adriano Barrias, Lisboa

Alberto Melo, São Braz de Alportel

Alberto Midões, Viana do Castelo

Alexandra Lucas Coelho, Lisboa

Alexandre Barroso, Coimbra

Alexandre Estrela, Lisboa

Alexandre Oliveira, Lisboa

Ana Bastos, Lisboa

Ana Costa, Lisboa

Ana Drago, Lisboa

Ana Fernandes, Porto

Ana Filipa Larcher, Bissau / Lisboa

Ana Mafalda Pernão, Lisboa

Ana Maria Oliveira Pereira, Sintra

Ana Prata, Lisboa

Ana Raquel Matos, Coimbra

André Barata, Lisboa

André Belo, Rennes

André Carmo, Lisboa

André Freire, Lisboa

André Gago, Lisboa

André Nóvoa, Lisboa

André Teodósio, Lisboa

Ângela Luzia, Almada

Anísio Franco, Lisboa

António Avelãs, Lisboa

António Gonzalez, Torres Vedras

António Loja Neves, Oeiras

António Martins Coelho, Vila Rela de Sto. António

António Serzedelo, Setúbal

Armandina Maia, Lisboa

Augusto M. Seabra, Lisboa

Bárbara Bulhosa, Lisboa

Boaventura de Sousa Santos, Coimbra

Branca Carvalho, Viana do Castelo

Bruno Dias Pinheiro, Lisboa

Carlos Almeida, Lisboa

Carlos Brito, Alcoutim

Carlos Gouveia-Melo, Lisboa

Carlos Luís Figueira, Vila Real de Sto António

Carlos Nobre Neves/PACMAN, Lisboa

Carlos Teixeira, Lisboa

Catarina Andrade Fidalgo, Lisboa

Catarina Mourão, Lisboa

Catarina Ruivo, Lisboa

César Nuno Madureira, Lisboa

Cipriano Justo, Cascais

Clarisse Marques, Lisboa

Cláudia Rita Oliveira, Lisboa

Cláudio Borges, Lisboa

Daniel Jesus, Lisboa

Daniel Oliveira, Lisboa

David Crisóstomo, Almada

David Marçal, Lisboa

David Morais, Leiria

David Xavier, Lisboa

Delberto Aguiar, Lisboa

Diana Barbosa, Porto

Diogo Martins, Vila Franca de Xira

Diomar Santos, Porto

Edgar Costa, Azeitão

Eduardo Viana, Oeiras

Eldad Manuel Neto, Porto

Elísio Estanque, Coimbra

Emílio Távora Vilar, Lisboa

Enrique Pinto-Coelho, Lisboa

Eugénia Pires, Lisboa

Fernanda Marinho Amado, Loures

Fernando Martins, Lisboa

Fernando Nunes da Silva, Lisboa

Fernando Sousa Marques, Sesimbra

Fernando Vendrell, Lisboa

Filipa Vala, Lisboa

Filipe Moura, Lisboa

Filipe Santos Henriques, Alenquer

Florival Lança, Lisboa

Gaspar Martins Pereira, Porto

Geiziely Glícia Fernandes, Lisboa

Gonçalo Pereira, Lisboa

Graça Rojão, Covilhã

Guadalupe Simões, Lisboa

Gustavo Cardoso, Lisboa

Gustavo Rubim, Lisboa

Helder Faustino Raimundo, Loulé

Henrique Borges, Porto

Henrique Mendes, Lisboa

Henrique Sousa, Seixal

Hugo Faria, Lisboa

Isabel do Carmo, Lisboa

Isabel Guerra, Lisboa

Isabel Loureiro, Lisboa

Isabel Mendes Lopes, Lisboa

Isabel Prata, Coimbra

Isabel Santos Duarte, Porto

Isabel Tadeu, Lisboa

Ivan Nunes, New York

Ivone Barracha, Torres Vedras

João Arriscado Nunes, Coimbra

João Bicho, Lisboa

João Bonifácio, Lisboa

João Carlos Afonso, Lisboa

João Carlos Coelho dos Santos, Porto

João  M. Almeida, Lisboa

João J. C. Ferreira, Coimbra

João Lourenço, Lisboa

João Monteiro, Porto

João Vasco Gama, Lisboa

Joaquim Mealha Costa, Loulé

Jorge Espírito Santo, Lisboa

Jorge Gravanita, Lisboa

Jorge Malheiros, Lisboa

Jorge Martins, Porto

Jorge Morais,Porto

Jorge Pinto, Bruxelles

Jorge Vala, Lisboa

Jorge Wemans, Lisboa

José António Tavares, Lisboa

José Aranda da Silva, Cascais

José Carlos Martins, Coimbra

José Carlos Miranda, Porto

José Castro Caldas, Amadora

José Costa, Bruxelles

José Delgado Martins, Lisboa

José Dias, Coimbra

José Fanha, Lisboa

José Manuel Basso, Nisa

José Manuel Carreira Marques, Beja

José Manuel Henriques, Lisboa

José Manuel Neto Azevedo, Açores

José Manuel Tengarrinha, Cascais

José Maria Silva, Porto

José Mário Silva, Lisboa

José Munhoz Frade, Beja

José Pedro Pereira, Lisboa

José Pedro Silva, Almada

José Reis, Coimbra

José Vítor Malheiros, Lisboa

JP Simões, Lisboa

Júlia Coutinho, Lisboa

Júlia Leitão Barros, Lisboa

Júlio Machado Vaz, Porto

Leonor Barata, Coimbra

Leonor Cintra Gomes, Lisboa

Luciana Rio Branco, Lisboa

Luís Filipe Santos, Lisboa

Luís Moita, Lisboa

Luís Moutinho, Porto

Luís Quintais, Coimbra

Luís Valente, Jena

Luísa Alvares, Basel

Luísa Branco Vicente, Lisboa

Luísa Costa Gomes, Lisboa

Luísa Mesquita, Santarém

Manuel Branco, Évora

Manuel Brandão Alves, Lisboa

Manuel Coelho, Sines

Manuel Correia Fernandes, Porto

Manuel Vieira, Porto

Manuela Barreto Nunes, Braga

Manuela Carvalheiro, Coimbra

Manuela Silva, Lisboa

Manuela Vieira da Silva, Lisboa

Marco Barroso, Haarlem / Lisboa

Margarida Bak Gordon, Lisboa

Maria Augusta Sousa, Oeiras

Maria Benedicta Monteiro, Lisboa

Maria Clara Fernandes, Porto

Maria Eduarda Gonçalves, Lisboa

Maria Emília Costa, Faro

Maria João Andrade, Lisboa

Maria João Cabrita, Braga

Maria João Cantinho, Lisboa

Maria João Freitas, Sintra

Maria João Pires, Lisboa

Maria José Espinheira, Porto

  1. Margarida Trocado Moreira, Loures

Maria Ofélia Janeiro, Alverca

Maria Tengarrinha, Lisboa

Mariana Topa, Matosinhos

Mário Figueiredo, Lisboa

Mário Laginha, Lisboa

Mário Ruivo, Lisboa

Marisa Galiza, Mafra

Marta Bobichon Loja Neves, Oeiras

Marta Delgado Martins, Lisboa

Marta Moita, Lisboa

Miguel Ângelo Andrade, Lisboa

Miguel Dias, Setúbal

Miguel Gonçalves Mendes, Lisboa

Miguel Vale de Almeida, Lisboa

Miguel Won, Lisboa

Milice Ribeiro dos Santos, Porto

Nídia Zózimo, Lisboa

Nuno David, Lisboa

Nuno Fonseca, Lisboa

Nuno Fragoso Gomes, Lisboa

Nuno Serra, Oeiras

Paolo Marinou-Blanco, Los Angeles / Lisboa

Patrícia Beldade, Oeiras

Patrícia Brito Mendes, Lisboa

Patrícia Gonçalves, Lisboa

Paula Cabeçadas, Lisboa

Paula Velazquez, Lisboa

Paulo Fidalgo, Lisboa

Paulo Jacinto, Sintra

Paulo Monteiro, Maia

Paulo Peixoto, Coimbra

Paulo Velez Muacho, Seixal

Pedro “Pecas” Monteiro, Cascais

Pedro Bacelar de Vasconcelos, Braga

Pedro Gonçalves, Lisboa

Pedro Nunes Rodrigues, Leiria

Pedro Roque Domingues, Lisboa

Pedro Vieira, Lisboa

Pierre Guibentif, Lisboa

Pilar del Río, Lisboa

Priscila Soares, São Braz de Alportel

Rafael Esteves Martins, Sintra

Renato Carmo, Lisboa

Ricardo Alves, Lisboa

Ricardo Paes Mamede, Lisboa

Ricardo Sá Fernandes, Lisboa

Rita Covas, Cape Town / Porto

Roberto Merrill, Braga

Rodrigo Gonçalves, Lisboa

Rogério Moreira, Oeiras

Rosa Barreto, Lisboa

Rosa Maria Martelo, Porto

Rui Bebiano, Coimbra

Rui Feijó, Porto

Rui Tavares, Lisboa

Rui Valada, Amadora

Sandro Mendonça, Lisboa

São José Lapa, Sintra

Sara Araújo, Coimbra

Sara Magalhães, Lisboa

Sérgio Lavos, Lisboa

Sofia Cordeiro, Lisboa

Susana Beirão, Vila Nova de Gaia

Ulisses Garrido, Lisboa

Vasco Pimentel, Lisboa

Vera Tavares, Lisboa

Virgílio Morais de Matos, Lisboa

Viriato Soromenho-Marques, Lisboa

Vítor Louro, Sesimbra

Vítor Sarmento, Lisboa

Sessão Pública 6ª-feira, 3 de Outubro, Coimbra

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Com o objetivo de debater a construção de uma ampla plataforma política que possa levar a uma futura governação de esquerda, a Associação Fórum Manifesto realiza um debate esta sexta-feira, 3 de Outubro, às 21h, na Casa Municipal da Cultural, Coimbra.

Com:

Abílio Hernandez (professor universitário Uni. Coimbra)

Ana Drago (socióloga)

José Reis (professor universitário Uni. Coimbra)

Sara Araújo (investigadora)

Rui Bebiano (professor universitário Uni. Coimbra)

Local: Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro 3000-329 – Coimbra