Nuno Garoupa, destacado economista do direito e da direita intransigente, queixa-se do suposto oligopólio da lucidez sobre o erro deste euro atribuído a João Ferreira do Amaral por jornalistas pouco rigorosos. Como Garoupa tem o mau hábito de ser demasiado vago, preferindo quase sempre prescindir de nomes, suponho que está a referir-se à informadaentrevista feita por Ana Sá Lopes e Nuno Aguiar. Continuar a ler ‘Para que não se diga “os economistas dizem…”‘
‘O voto, essa formalidade’
Uma segunda volta iria resultar na contenção do crédito e na subida das taxas de juro. Esta é a forma como Cavaco Silva vê o nosso voto. Uma formalidade para despachar. Queria umplebiscito.
‘Anti-FMI’
O tema marcante das últimas semanas da campanha eleitoral é o debate sobre uma intervenção do FMI.
‘Esclarecedor para quem observar’
As campanhas presidenciais portuguesas são sempre estranhas. Não se votando para um executivo, ou seja, para decisões, programas, medidas, a coisa toma um de dois caminhos: ou se fala do entendimento dos poderes presidenciais em termos vagos; ou se fala da história pessoal dos candidatos. Ou seja: ou é metafísica ou é não-gosto-deste-gajo.
‘O candidato Cavaco tem de nascer outra vez’
‘Ou FMI ou Democracia’
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‘com pouco jeito’
Revela muito que em campanha diz defender estado social mas só fala de misericórdias, diz defender educação de excelência mas nunca fala de escola pública e diz que a saúde é um bem essencial mas o SNS nem sequer é referido.
‘Wikileaks 1 – NATO 0’
‘A credibilidade de Cavaco’
Quando confrontado por Francisco Lopes com o ‘caso BPN’, Cavaco Silva ignorou o assunto. Defensor Moura voltou à carga e o Presidente optou pela vitimização. Por fim, em resposta a dúvidas de Manuel Alegre, decidiu atacar a atual administração do BPN. Ou seja, quando os seus amigos andavam a brincar com o fogo fez negócios com eles; quando o caso rebentou, manteve-se em silêncio; quando Dias Loureiro mentiu ao Parlamento veio em sua defesa; quando o BPN foi nacionalizado assinou por baixo; e só resolve abrir a boca para criticar quem, mal ou bem, recebeu o presente envenenado.